Cartazes de protesto ‘escorregam’ no português - 09 de julho de 2013

Nas últimas semanas, manifestantes de todo o país saíram às ruas com cartazes e pedidos de mudança. Alguns pecaram no português propositadamente ou não: esqueceram crases, não conferiram a grafia correta de algumas palavras ou erraram a concordância.


Os amigos se prepararam para a manifestação, mas esqueceram de consultar o dicionário antes de sair para a rua. Veja a seguir os erros (ou sátiras) e as suas devidas correções.

 


Nesta foto, o manifestante criticou a verba destinada aos estádios da Copa do Mundo, mas pecou na concordância verbal. O correto seria: "Não se fazem hospitais com Copa do Mundo".

 


No cartaz, o manifestante errou a concordância verbal. O correto seria usar o verbo "acordar" no plural. "Foram os disparos em São Paulo que acordaram o povo em todo o Brasil".

 


Nesta foto, a ideia era criticar a educação brasileira com um cartaz cheio de erros de português. Se o objetivo fosse escrever corretamente, seria da seguinte forma: "Nós viemos protestar por uma educação melhor".


No cartaz, o manifestante erra ao esquecer do "R" em "abaixar" e ao escrever "agente" (segundo o dicionário, "uma pessoa encarregada da direção de uma agência"). O correto seria a gente (separado), no sentido de uma multidão de pessoas.

 


Ao questionar as condições do transporte público, a manifestante escorregou no português. O correto seria usar "por que" (separado), já que se trata de uma pergunta: "Se é perigoso ficar sem cinto no carro, por que temos que andar em pé no ônibus?".

 

 

Durante os protestos, o dono de um bar localizado na Praça Sete, em Belo Horizonte, colou um cartaz informando a cobrança de taxas para a permanência no local. O texto, porém, tem um grave erro de português: o correto é "imprensa" e não "imprença". Ao escrever a palavra "fotógrafo", o acento agudo também foi esquecido.

 


No cartaz acima, o autor trocou o "mas" pelo "mais". O correto seria da seguinte maneira: "Esse protesto não é contra a seleção, mas sim contra a corrupção".

 

Fonte: Uol Educação

 


 

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